Waltinho, o ingrato. Henrique Alves no Partido Verde?

O mais poderoso político da história do RN, Henrique Eduardo Lira Alves, afirmou nesse fim de semana, nas suas redes sociais que sempre será "verde".

Como Waltinho é quem manda no MDB, desse "verde" ele (HA) não vestirá nas próximas eleições. 

Rivaldo Fernandes, dirigente do PV do RN, anda muito entre São Paulo e Brasília. Será que está tratando dessa aquisição para os quadros do ecológico Partido Verde?

Em tempo: Se no partido que Henrique ajudou a fundar e foi um dos seus grandes líderes a nível nacional não lhe devolverão o 1511 para ele tentar voltar à Brasília, será que o verde que ele se refere é o Partido Verde? Lembrando que em 2014, candidato ao governo do RN, Henrique emprestou seu vitorioso número a Walter.

Waltinho começou a carreira como deputado estadual e Henrique deu a mão. Fez parceria em vários municípios do RN e lhe garantiu eleições tranquilas. 

Em tempo 2: Conhecendo Rivaldo como eu conheço, ele já separou o 4311 para HA.

Em tempo 3: Waltinho nasceu em 1980, nesse ano Henrique já estava na metade do seu terceiro mandato de deputado federal. Em 1996, quando ele (WA) votou pela primeira vez, Henrique estava na metade do 7º mandato, com 28 anos de Câmara Federal. 

Em tempo 3: Garibaldi sempre foi o carismático da família. O voto brotava só em ele sorrir. Se falasse então, era igual a cachoeira. Mas, Walter tem que respeitar HA e ser grato pela vitoriosa carreira do pai e dele próprio. Se Guerinho foi o que foi, deve muito ao primo. 

Em tempo 4: Garibaldi inegavelmente sempre foi um trem, mas o combustível e o maquinista, quem bancava era Henrique Alves e seu jeito habilidoso de trabalhar.

Em tempo 5: Waltinho que não tente fazer graça para cima de Henrique Alves, é um conselho do Blog. WA andou dizendo que o pai tinha mais de 40 anos de vida pública e não respondia a processos criminais. Fazendo referência às condenações do primo. Tudo que Henrique fez, foi para o bem da família (política). Não esqueça disso. Quem viveu as entranhas das campanhas dos Alves sabe, que o setor financeiro era sob o comando de Henrique Alves, agora ficha suja e descartável para o jovem Waltinho. 

Em tempo 6: Em 2018, candidato ao senado, Garibaldi gastou na campanha quase 2,2 milhões de reais com recursos do Fundo Eleitoral. Henrique havia sido preso em 2017. Imagina se ele tivesse atuando?

Em tempo 7: Em 2014, com Henrique quase Presidente da República, vejam os doadores da campanha de Waltinho. http://inter01.tse.jus.br/spceweb.consulta.receitasdespesas2014/resumoReceitasByCandidato.action.

Em tempo 8: Votorantin, Guararapes, Vale do Rio Doce, Engevix, Banco Safra, Banco Itaú, Banco Bradesco, Gerdau, Alesat, Queiroz e Galvão, Philip Morris, Amil, Alpargatas, etc. Foram mais de 2,5 milhões de reais em doações de campanha na eleição de Waltinho. Henrique era a força política da família sim, senhor. Ou acham que o prestígio nacional para arrancar doações de empresas desse porte era de Walter?

Em tempo 9: Admiro e tenho fortes laços (emocionais) com os Alves e não nego. Minha mãe é apaixonada pela família e nós, mesmo entendende que a recíproca nunca foi verdadeira, respeitamos a paixão de Dona Tânia Bacurau. Mas, ver e ouvir o desprezo de Walter com Henrique, no pior momento da vida do filho de Aluizio, não dá pra deixar passar. É um grande gesto de ingratidão. 

Em tempo 10: Bem que Garibaldi poderia dar uma aula ao filho de como se portar, de como ser grato e freiar a língua quando a emoção ou o "Walter Ego" lhe dominar. 

Comentários

Cássio Morais disse…
Quem é Henrique sem Aluísio. Esquecendo as derrotas, nunca foi de chegar entre os primeiros e agora sem empresas para financiar, vai bancar?

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