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Henrique Alves responde ao blog: "Verdade sempre faz bem"!

Recebi com muita surpresa o feedback de Henrique Alves sobre a matéria de hoje: "Walter Alves, o ingrato".

Henrique mandou mensagem pelo Whatsapp. Segue a íntegra do curto e direto texto: "Agradecer a generosidade e respeito nos conceitos emitidos sobre minha vida pública. E nela, por tantos desafios e momentos, justos e injustos, aprendi como viver - sem ódio e sem medo!. E com a consciência tranquila de que, em relação ao MDB de 51 anos de lutas, seu chão, teto, paredes, portas e janelas, têm as marcas de minhas mãos. Minhas e de Garibaldi. Ontem, hoje e amanhã. Questão de sentimentos, caráter, lealdade e gratidão! Obrigado e abs!

Agradeci o feedback e ele concluiu: "Obrigado, mais uma vez! Pode divulgar o q lhe mandei! Fique à vontade! Verdade sempre faz bem! Abs💚👍.
A história registrou. "Meninos não falam em mesa de gente grande", dizia meu avô, o velho Cyrillo Fernandes de Souza, lá em são Tomé.

Em tempo: Recebi dezenas de parabéns pelo texto da matéria, de várias figuras públicas de renome. O tema "Henrique Alves e ingratidão" fizeram um grande sucesso.

Em tempo 2: Vários analistas políticos conceituados, de mandato e sem mandato, fizeram questão de mandar seus cometários. Foi unânime o pensamento de que Henrique é um forte candidato, seja em que partido for.

Em tempo 3: Trabalhei com vários políticos da capital. Lembro com detalhes a correria que era nas campanhas, a busca do apoio de Henrique. O comitê dele tinha tantos carros ao redor, que dava a volta no quarteirão. E, justiça seja feita, nunca deixou um correligionário para trás. 

Em tempo 4: De Wober Júnior a Kelps Lima - aqui na capital; de Flavinho de Bom Jesus a Dr. Pinheiro em Apodi, Henrique dava a atenção que talvez eles nem merecessem.

Em tempo 5: Vi boa parte desses aí de cima e muitos outros, "negarem" Henrique em 2014. Veio a derrota e a ingratidão ascendeu aos céus. Mas, o "castigo chegou de avião" para os ingratos da história.

Em tempo 6: Kelps Lima chegou ao ápice da cara de pau em 2014. Garantiu a eleição própria no primeiro turno com um apoio financeiro oficial significante, vindo do diretório do PMDB, subiu ao palanque de Henrique e fez toda a cena teatral que precisava. No segundo turno sumiu de Henrique e liberou seu time pra votar em quem eles desejassem. Os "malas", de olho nas pesquisas, correram para o escritório de campanha de Robinson, sob o comando de João Bastos e foi aquela festa. Eu vi!

Cyrillo

Blogueiro político em busca de divulgar as verdades escondidas nos atos dos atores políticos.

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