Copa Marinho Chagas + 40. Felipe Camarão vence Rocas nos pênaltis e leva o troféu

Esportes - Repórter: Igor Souza.

Nesse sábado (16/01), no campo do Centro Desportivo de Nova Natal, zona norte da cidade, a equipe do Centro Desportivo de Felipe Camarão sagrou-se campeã da Taça Libertadores Marinho Chagas de futebol + 40.

CDFC. Seleção de Felipe Camarão, campeã invicta da competição entre bairros.


Atletas com 40 anos ou mais, disputaram a competição entre bairros. Vários centros desportivos disputaram o certame.

Aos 12 minutos da primeira etapa o time do CDFC teve a chance de abrir o placar numa cobrança de penalty e desperdiçou. O goleiro do CDBR pegou com muita tranquilidade.

A equipe do Centro Desportivo das Rocas, sob o comando de Henrique Cabral, saiu na frente com um gol, aos 20 minutos, de Wagner. 1 a zero para o CDBR. 

Timaço da Rocas perdeu de pé. Foi um jogaço do time comandado pelos professores Neto Ramos e Romeu. 
Titulares: Naedson, Marquinhos, Adir, Fia e Irmão; Neto Patrocínio, Bitonho, Ranny e Wagner; Pingo e Robério



As Rocas teve mais oportunidades de aumentar o placar e não o fez. Felipe Camarão, foi com tudo para cima, mas a defesa das Rocas sob o comando de Fia, trancou a entrada da área e garantiu a vitória parcial no primeiro tempo.

O segundo tempo foi um jogo da defesa contra o ataque. Felipe Camarão em cima, na busca do empate e as Rocas, toda fechada, tentando segurar o jogo no 1 a zero e buscando encaixar um contra-ataque mortal.

Faltando 6 minutos para o final da partida, Flávio empatou para o CDFC e a partida foi para as penalidades máximas.

Cinco cobranças para cada time. Rocas perdeu uma cobrança e Felipe Camarão também. 4x4 e foram para os "alternados". 

Na segunda rodada de cobranças, Rocas, com Wagner, que havia marcado o gol no tempo normal, perdeu a cobrança. Felipe Camarão foi lá, bateu e fez. O time de João Olímpio e Nelson levantou o troféu.

"Graças a Deus chegamos aqui invictos e todos, dos jogadores ao roupeiro, passando pela diretoria e torcedores estão de parabéns", falou Nelson.

"Estamos de parabéns. Apesar do vice-campeonato, honramos nossa participação. Parabéns aos jogadores, direção e torcedores que saíram das Rocas, em seus próprios carros, de Uber, de carona e vieram até aqui, em Nova Natal para prestigiar nossa equipe. Estamos todos de parabéns", dasabafou Henrique Cabral, presidente do Centro Desportivo das Rocas.

Vestiário. Henrique Cabral (preto) e a comissão técnica do CDBR, não mediram esforços nessa competição. 
Viva o futebol dos bairros!



Em tempo: Um salve para o Sindicato dos Árbitros e para a Associação dos Centros Desportivos que encabeçaram a competição e deram um show de organização.

Equipe de arbitragem e a organização do evento. Jonas (branco), Rosa (preto) e Luis Carlos Câmara do SINDAFERN e do CDNN.

Quarteto de arbitragem. Robson Andrade, Reinaldo Moura, Robson André e Felipe Martins.



Em tempo 2: Realizem mais competições dessas. Vocês são bons nisso e sabem atrair os colaboradores. Juntando todos que amam o futebol amador, a cada competição vocês se estabelecerão no segmento.

Em tempo 3: Bola fora para o Deputado Ubaldo Fernandes que não viabilizou um ônibus para o deslocamento da equipe e dos torcedores para o local do jogo. A reclamação foi geral, viu deputado?

Em tempo 4: Henrique, viabilize o "cinquentão" desse ano. Falei com várias equipes que têm interesse em disputar, caso vocês realizem.

Em tempo 5: João Alberto (ACDNAT), Luis Carlos Câmara (SINDAFERN), Henrique, Rosa e Renato (CDBR), João e Nelson Olímpio (CDFC) e o competente Jonas estão de Parabéns. Foi uma grande final. 

Em tempo 6: Senti falta do secretaria de esportes na final. O que houve? Não foram convidados? Esqueceram de prestigiar? 

Em tempo 7: O time das Rocas veio assim: Naedson, Marquinhos, Adir, Fia e Irmão; Neto Patrocínio, Bitonho, Ranny e Wagner; Pingo e Robério. Neto (Treinador), Romeu (Auxiliar) e Burunga (Roupeiro e massagista).

Robério. Craque do meio campo. É uma "máquina" de assistências e sabe cadenciar como ninguém. 



Em tempo 8: Robério é cinquentão, irmão do craque eterno  Sérgio Poti. Dizem que o meia não foi jogador reconhecido nacionalmente, porque assim como o irmão, não conseguia ficar sem sentir o cheiro do mar que invade o bairro das Rocas. A brisa que vicia cada morador nascido e criado no bairro dos "Canguleiros". 










Comentários

Unknown disse…
Parabéns pela iniciativa.

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