CRIME AMBIENTAL EM CAICÓ. SAMU-RN lava ambulâncias ao ar livre

Condutores de ambulâncias do SAMU-RN de Caicó denunciam a situação criminosa ao qual eles estão sendo impostos pela coordenação da SAMU-RN.

"Resíduos de limpeza contêm substâncias contaminadas como sangue e micro-organismos patogênicos e estão sendo jogados diretamente no meio ambiente”, denunciou um condutor.

Os "PA's" - pontos de apoio - espalhados pelo estado, são todos assim. Não tem a menor estrutura para esse tipo de higienização. "Repousamos mal, os colchões são velhos e rasgados, muito mofo nas paredes, é insalubridade total", reclamou um membro da equipe de plantão.

A reportagem do blog encontrou, entre os dejetos, materiais como luvas, agulhas e tampas de seringas em locais inapropriados para o descarte. 

Em tempo: A coordenação do SAMU-RN recebe quase que diariamente essas denúncias e nada tem feito.

Em tempo 2: Não é responsabilidade dos condutores ou de qualquer outro membro da equipe do SAMU esse tipo de trabalho.

Em tempo 3: Em todo o Brasil, empresas especializadas são contratadas para prestar esse tipo de serviço. Lava jatos profissionais e com as licenças ambientais para tal, devem ser contratados.

Em tempo 4: Se Wilma Dantas é pré candidata a vereadora em Natal, por que ela tem tratado tão mal seus possíveis eleitores?

Em tempo 5: A coordenação do SAMU de Caicó tem feito o que pode. Jardênia e sua equipe tem tentado de tudo para resolver esses problemas, mas sao travados aqui em Natal pelo comando geral.

Em tempo 6: Sabemos que o atual momento é propício para a correção desses problemas, mas até a governadora não consegue falar com Cipriano 11 Mil Mortos Maia, quem vai conseguir?

Condutor lavando a ambulância em Caicó. Sangue desce pelo ralo da viatura e vai direto para o solo.


Lavagem da maca ensanguentada é feita assim, ao ar livre e vai direto para o meio ambiente.

Por muito menos, em cidade de Goiás, município foi multado em 10 mil reais por dia por lavar ambulância em Lava Jato sem licença ambiental. Imagina isso aqui!


Leia sobre 'Decisão judicial', em Goiânia, por problemas ambientais em lavagem de ambulância.

"O Município de Goiânia terá de obter licença ambiental para a correta instalação e funcionamento da atividade de lavagem, higienização, lubrificação e polimento de ambulâncias e outros veículos na sede do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A prefeitura tem o prazo de 90 dias para apresentar a licença, sob a pena de multa mensal de R$ 10 mil, a ser revertida ao Fundo Estadual do Meio Ambiente. A decisão é da 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) que, à unanimidade, seguiu voto do relator do processo foi o desembargador Gerson Santana Cintra."

"Dessa forma, o colegiado manteve inalterada sentença do juiz da 3ª Vara da Fazenda Pública Municipal de Goiânia, José Proto de Oliveira. A ação foi proposta pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO), após a informação de que os dejetos advindos da lavagem dos veículos do Samu estavam sendo eliminados diretamente na rede de esgoto comum, sem qualquer tipo de tratamento. Em vistoria realizada no dia 11 de maio de 2011, a Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) constatou as irregularidades no processo de lavagem dos veículos".



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