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Cassação do prefeito Leandro Varela está próxima com TRE negando agravo para evitar quebra de sigilo de suposto “Caixa 2”



A cassação do prefeito Leandro Varela em Canguaretama está próxima de acontecer. Pelo menos é o andamento do processo de suposto “Caixa 2”, após o julgamento do agravo nesta quinta-feira (27) que tentou evitar a quebra de sigilo bancários dos acusados que teriam recebido recursos financeiros em suas contas pessoais por pix na reta final da campanha eleitoral de 2026. Mas a decisão foi mantida.
O pedido de agravo foi feito por Radan Soares, secretário de Planejamento. O jurídico em sua sustentação de defesa fez criticas a juíza da decisão da cassação na primeira instância, doutora Daniela Cosmo. 
A juíza da 11ª Zona Eleitoral, Daniela do Nascimento Cosmo, intimou testemunhas da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que apura suposto “Caixa 2” na campanha do prefeito Leandro Varela e do vice, Erivan de Souza Lima (Tatá). O interrogatório está marcado para o próximo dia 4 de dezembro, e envolve vinte suspeitos relacionados a doações suspeitas e movimentações financeiras não declaradas.
A ação, movida pela coligação adversária, acusa o grupo de arrecadar recursos de forma irregular, usando doações via Pix não declaradas à Justiça Eleitoral, o que configuraria abuso de poder econômico e captação ilícita de recursos. Entre os nomes citados estão Radan Soares, secretário de Planejamento; José Elan Souza de Lima, secretário de Comunicação; Luiz Fernando Varela dos Santos, filho do prefeito; e Romário Madson Maia Fernandes, chefe de Gabinete da Câmara.
A AIJE também convoca outros envolvidos ligados à administração municipal, como Jucelito Jerônimo de Almeida (coordenador de Urbanismo) e Marcos Aurélio Ferreira, o “Teo”, secretário de Esportes. A expectativa é que os depoimentos ajudem a esclarecer a suposta irregularidade na campanha e sirvam de base para eventual cassação do mandato do prefeito e do vice.
Chama atenção também é que uma das testemunhais indicadas pelo chefe do executivo da cidade é Franciso José da Paz, sócio-administrador da empresa Check-UP Peças e Serviços LTDA, que teve licitação vencedora e publicada na última terça-feira (19), por meio de pregão eletrônico, 018/2025, um valor de R$ 7.783.079,13. No processo 017/2025, para compra de pneus, câmera de ar, a mesma empresa também venceu com R$ 926.149,72. Somando os dois, totaliza R$ 8.709.228,85. A ação de suspeita de “Caixa 2” é uma acusação que aponta a prática de abuso de poder econômico e arrecadação ilegal de recursos para a campanha eleitoral por meio de doações via Pix que não teriam sido declaradas à Justiça Eleitoral.




Cyrillo

Blogueiro político em busca de divulgar as verdades escondidas nos atos dos atores políticos.

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