"Executados por motivo fútil". Reviravolta nos crimes de Pedro Velho

Um simples desentendimento entre Gilson (executado) e o pessoal da passeata do candidato Júnior Balada resultou no assassinato dele e do seu irmão, ontem a noite na comunidade de Cuité das Bocas, zona rural de Pedro Velho.

Segundo depoimentos de pessoas que estavam presentes ao evento, os policiais/seguranças do candidato Júnior Balada, executaram os dois irmão, depois que a confusão havia sido acalmada. 

"O que houve ontem, foi uma execução premeditada. Policiais militares e civís da Paraíba, que faziam parte da segurança de Júnior, assassinaram com tiros nas costas e na cabeça, a queima roupa, os dois irmãos", disse uma testemunha.

Vítimas da política sem lei. Os irmão Gilson e Adilson, 46 e 51 anos respectivamente. Familiares e amigos pedem justiça.

Segundo a própria polícia de Pedro Velho, após serem acionados, revistaram os dois irmãos e nada com eles foi encontrado. Pessoas da passeata de Júnior Balada chamaram a PM dizendo que Gilson estava atrapalhando o evento. "A história da faca é mentira. Eles não tinham arma alguma", disse outra testemunha ouvida pelo blog.

"Eles já estavam indo para casa quando foram abordados no meio da estrada por dois carros, que já foram atirando sem nenhum direito de defesa. Covardes e mentirosos", disse um parente das vítimas que viu tudo.

Segundo consta, Júnior Balada nem estava no local do ocorrido. Estava há mais de 200 metros de onde ocorreu os assassinatos. A história da tentativa de assassinato com uma faca é invenção dos autores do crime.

Os corpos continuam sendo periciados no ITEP em Natal e ainda não foram liberados para sepultamento até esse momento.

Em tempo: Um dos seguranças foi atingido na testa, por um projétil dispardo pelos próprios companheiros. O conhecido "fogo amigo". Foi atendido no Walfredo Gurgel e já foi liberado.

Em tempo 2: A delegada de plantão não viu indícios suficientes para decretar a prisão dos acusados.

Em tempo 3: Testemunhas estão prestando queixa na delegacia de Pedro Velho e o caso deverá tomar um rumo diferente a partir de agora.

Em tempo 4: Júnior Balada entrou num "rabo de foguete" e acho que se lascou politicamente. Os tempos de CORONELISMO acabou faz tempo, Júnior. Melhor você ir para a balada enquanto há tempo. Corra que a polícia vem aí!



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