Pré-candidato sim. Léo Souza abre o jogo em entrevista à 87 FM

"Quero saber quem vai resolver os problemas que minha geração vem assistindo há 30 anos”, assim Léo Souza justificou sua opção em participar ativamente da política potiguar, em entrevista ao Jornal da 87 FM 2ª Edição, na tarde dessa segunda feira.

Léo abriu o jogo e explicou de onde veio o sentimento de entrar na política

O ex-apresentador do 'Rota InterTV', falou por uma hora na bancada da rádio Satélite FM, ao lado do Dr. Cordeiro, Litz Madruga e Aquino Neto.

Léo falou sobre sua pré-candidatura, qual caminho o Cidadania irá tomar nas eleições de novembro e explica porque decidiu se candidatar a uma cadeira de vereador em Natal.

"O Cidadania está bem conduzido pelo ex-deputado Wober Júnior. O que o partido resolver, estarei junto para contribuir", respondeu Léo, quando perguntado sobre qual o caminho que o seu partido seguiria na eleição majoritária.

"Meus amigos não se conformam com minha decisão, mas decidi contribuir com minha cidade de forma direta". Léo Souza.

Léo atualmente trabalha na direção do programa "Caldeirão do Hulck". Assim como ele, Luciano deverá encarar a candidatura a presidência da república em novembro próximo. 

"Nem o próprio Hulck sabe ainda se será candidato. Sabemos que a participação dele contribui para o debate. Poucos brasileiros têm a oportunidade de conhecer o 'Brasil verdadeiro'. Ele conhece a realidade, a geladeira do povo de todos as regiões do país", justificou Léo, quando perguntado sobre a possibilidade do esposo de Angélica ser candidato ao Palácio do Planalto.

Sobre a gestão Álvaro Dias, Léo foi enfático: "Ainda não vi apresentar nada para resolver problemas sérios, de forma definitiva, que Natal têm", alfinetou o apresentador.

Léo "do Rota", como ficou conhecido na terras potiguares, justificou porque vai trocar a segurança de uma carreira global e bem sucedida, pela batalha das urnas. "Só existe uma maneira de melhorar a vida das pessoas coletivamente, é com a política. Eu tinha aversão à política. Entendi que se pessoas bem intencionadas não ocuparem esse espaço, outras ocuparão. Vivo por um propósito e uma causa. Se conseguir impactar e deixar um legado, terei cumprido meu papel no mundo", justificou o jornalista

Sobre o governo estadual, Léo lamentou a negativa de receber escolas militares. “Com base nas evidências, as escolas militares são diferenciadas. Os estados têm que ter escolas militares. Sou a favor sim. Não podemos nos dar o luxo de não aceitar. O importante é avançar na educação”,  finalizou Léo Souza.

Assista na íntegra o programa Jornal da 87 2ª Edição: 

https://www.youtube.com/watch?v=y3GfkbMusJk&feature=youtu.be

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