Aniversariante do dia, Garibaldi não será candidato em 22

No dia do seu aniversário de 74 anos, "Guêrinho" afirmou que não será candidato a nenhum cargo nas próximas eleições.

Homenagear Garibaldi Filho aqui, é o mesmo que alegrar os Bacuraus espalhados em todo o RN. 

A pedido de Tânia Bacurau, minha mãe querida, vai um registro histórico das caminhadas e lutas que ela, junto com o "Governador das Águas" viveram.

Para quem não conhece direito a história política de Garibaldi, segue um presente do Wikipédia para vocês.

Feliz aniversário, "Guêrinho". Saúde e muita alegria. 


Tânia Bacurau e Garibaldi, com a participação de Marlete Cigana e Ana Catarina, ontem....

...Garibaldi e Tânia Bacural, com a participação de Felipe, recentemente.

Via Wikipédia:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Garibaldi_Alves_Filho

Biografia

Filho de Garibaldi Alves e Maria Vanice Chaves Alves. Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte[2] é também jornalista.[3] Membro de uma das famílias mais influentes do Rio Grande do Norte, seu pai tornou-se senador após a eleição da ex-governadora do Rio Grande do Norte , Rosalba Ciarlini para o governo em 2010. Sobrinho do Ex-ministro e governador Aluízio Alves, primo do ex-ministro do Turísmo, Henrique Eduardo Alves e do prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, é casado com Denise Pereira Alves e pai de Bruno Alves e do deputado federal Walter Alves (PMDB-RN).

Carreira política

Em 1966, foi nomeado chefe da Casa Civil da prefeitura de Natal na gestão de seu tio, Agnelo Alves. Com a cassação deste pelos militares em 1969, Garibaldi Alves Filho foi eleito deputado estadual pelo MDB em 197019741978 e 1982, conquistando este último mandato pelo PMDB, onde ingressou com o fim do bipartidarismo no país em 1979.

Em 1985, foi eleito prefeito de Natal, ao derrotar Wilma de Faria,[4] candidata do PDS.

Cumprido o mandato de prefeito, elege-se senador em 1990, cumprindo o mandato, até 1994, quando seria eleito, já no primeiro turno, governador do Rio Grande do Norte, derrotando Lavoisier Maia. Disputa a reeleição em 1998 e vence ainda em primeiro turno, desta vez derrotando José Agripino Maia.

Deixa o governo em abril de 2002, para poder disputar novamente o cargo de senador, sendo eleito. Nas eleições de 2006, disputa mais uma vez o governo do estado. É derrotado pela primeira vez na carreira, no segundo turno após acirrada disputa para a então governadora Wilma de Faria.[5]

Em 2007, com os desdobramentos do caso Renangate e a renúncia do então presidente do Senado Renan Calheiros, Garibaldi Filho tornou-se o candidato único a assumir presidência, sendo eleito em 12 de dezembro de 2007, com 68 votos a favor, 8 contra e 2 abstenções.[6] Sua eleição deveu-se ao bom trânsito que tem entre os seus pares, tanto os da situação, quanto os de oposição.

Ato que foi bastante discutido em sua gestão foi a devolução ao Poder Executivo, em novembro de 2008, da Medida Provisória da Filantropia, supostamente por não se enquadrar nos requisitos de urgência e relevância que a Constituição exige para as MPs.[7]

Deixou o cargo em 2 de fevereiro de 2009, sendo substituído pelo senador José Sarney. Presidiu a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado no biênio 2009/2010.[8]

Foi reeleito senador pelo Rio Grande do Norte nas eleições de 2010, quando obteve 1.042.272 votos, cerca de 35% dos votos totais e 56% dos votos válidos.

Em dezembro de 2010, o PMDB leva seu nome para a presidente eleita Dilma Rousseff como postulante ao Ministério da Previdência Social e a seguir é formalizado o convite nesse sentido em 8 de dezembro de 2010. Empossado no mês seguinte deixou sua vaga no Senado Federal para o suplente Paulo Davim, do Partido Verde.

Em janeiro de 2015, Garibadi renunciou ao cargo de Ministro da Previdência Social e retorna ao cargo de Senador da Republica.

Em dezembro de 2016, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[9] Em julho de 2017 votou a favor da reforma trabalhista.[10]

Em outubro de 2017 votou a favor da manutenção do mandato do senador Aécio Neves derrubando decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal no processo onde ele é acusado de corrupção e obstrução da justiça por solicitar dois milhões de reais ao empresário Joesley Batista.[11][12]

Em agosto de 2017 foi denunciado pelo então procurador geral da república Rodrigo Janot no âmbito da Operação Lava Jato. De acordo com a denúncia, baseada em um inquerito a respeito de irregularidades na Transpetro, os crimes de corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro foram cometidos entre 2008 e 2017.[13]

Em agosto de 2018, o senador oficializou sua candidatura a reeleição nas eleições estaduais do Rio Grande do Norte em 2018,[14] porém não obteve êxito. Ficou em 4º lugar com 12,93% (376.199 votos).[15] Garibaldi compôs a chapa com o então deputado federal Antônio Jácome como candidato ao senado e Carlos Eduardo Alves como candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, ambos não obtiveram exito.[16]

Em novembro de 2018, o senador votou a favor do aumento de salário dos integrantes do STF, que gerará o reajuste de milhares de salários no nível federal, estadual e municipal, com impacto negativo estimado de 6 bilhões de reais/ano no orçamento nacional.[17]

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